As 40+ Praias de Bombinhas
Guia Completo com Fotos (Descubra as Escondidas)
Bombinhas tem 40+ praias catalogadas. Descubra as mais famosas, as escondidas e dicas de acesso. Guia de Gustavo & Andrea.

A gente mora aqui em Bombinhas há anos. Surfamos, nadamos, passamos noites ao redor de fogueira nessas praias. Quando transformamos a Lagoinha em refúgio pra hóspedes, a pergunta que mais ouvíamos era sempre a mesma: “Quantas praias tem em Bombinhas mesmo?”
Tem quarenta e tantas catalogadas. Mas a verdade é que tem mais — praias que não aparecem em nenhum mapa oficial, que a maioria dos turistas nunca vê, que têm nomes dados pela comunidade local, que só quem mora aqui realmente conhece.
A gente criou esse guia pra você explorar Bombinhas como quem realmente conhece o lugar. Não é aquela lista fake de “cinco praias imprescindíveis”. Aqui você descobre desde as mais badaladas até aquelas que a gente guarda com ciúmes. Cada uma tem seu jeito — praia pra criança pequena, praia pro sossego, praia pro snorkel, praia que só acessa a pé ou de barco.
Dica importante: escolher bem onde ficar em Bombinhas muda tudo. A cidade é pequena, mas na alta temporada o trânsito é caótico. Vem com a gente.
A Geografia de Bombinhas — Entenda a Cidade
Bombinhas é um município pequeno (cerca de 7 km de comprimento) mas com uma geografia bem particular. Forma praticamente uma península, cercada de praias dos dois lados.
Download do mapa completo: A gente preparou um PDF com todas as praias mapeadas, nomes, acessos e dicas. Fica no final desse post pra você fazer download e ter na palma da mão.
Como a Cidade se Organiza
Lado norte: Galheta, Bombas, Ribeiro — acesso por Porto Belo ou centro.
Centro: Bombinhas, Trapiche, Embrulho, Lagoinha, Miséria, Sepultura — o coração turístico, tudo ligado por passarelas e Costão.
Lado sul: Quatro Ilhas, Mariscal, Canto Grande, Conceição, Tainha, Cação — a zona que explora quem quer sair do centro.
Extremo sul: Costeira dos Zimbros (trilha com 10+ praias).
A maioria das praias fica acessível a pé ou por Costão — por isso Bombinhas é especial. Você consegue explorar múltiplas praias sem voltar sempre ao carro.
Praias do Lado Centro-Norte
Essas são o coração de Bombinhas. Fácil acesso, estrutura, onde fica a maioria das hospedagens e restaurantes.
Praia de Bombas — A Maior e Mais Estruturada de Bombinhas

Bombas é a porta de entrada de Bombinhas. Maior faixa de areia, calçadão com movimento, restaurantes, salva-vidas na temporada — tudo que uma praia de família precisa. Se você chega por Porto Belo através do primeiro acesso (mais antigo), essa é a primeira que vê.
O mar aqui costuma ser calmo pra banho de criança. No canto direito sai uma passarela que leva pro Ribeiro — é tipo um convite pra explorar as outras praias daqui pra cima sem voltar pro carro.
Na alta temporada fica cheia, mas a estrutura aguenta. Tem aluguel de guarda-sol, lugar pra estacionar (pago de dezembro a março).
Praia do Ribeiro — Tartarugas Garantidas

Conectada por passarela de deck desde Bombas ou Bombinhas (quando não tá em manutenção). O legal dela é a alta probabilidade de avistar tartaruga — é um lugar fantástico pro mergulho e snorkel.
A passarela é toda de deck e a vista é linda demais — se você quer aquela foto de cartão-postal de Bombinhas, sai daqui. Leve snorkel e câmera.
Praia de Bombinhas — Águas Cristalinas, Ponto Central

É a praia que dá nome à cidade. Águas cristalinas quase sempre, pessoal fazendo snorkel no canto, estrutura boa — banheiro, restaurantes, opções de comer.
No verão fica lotada, mas vale a pena vir mesmo assim. A dica é chegar cedo ou vir em meia estação (setembro a novembro, depois de março em diante).
Daqui sai a passarela pro Costão — você caminha até a Lagoinha passando por Trapiche e Embrulho. Você entra no mar quantas vezes quer durante o caminho. Parada obrigatória pra quem vem a Bombinhas.
Praia do Trapiche

Fica entre Bombinhas e Lagoinha. Águas cristalinas normalmente, com estrutura de barcos de passeio saindo daqui (escunas, barcos pirata, mergulho). O nome vem do trapiche que saem essas embarcações.
Faixa de areia pode ficar pequena na maré alta. Acesso pelo Costão ou por rua de trás (estacionamento é complicado).
Praia do Embrulho

Na sequência do Costão vindo de Bombinhas. Águas calmas e cristalinas, pequena, mas vale a pena visitar. Da pra fazer esse Costão todo (Bombinhas → Trapiche → Embrulho → Lagoinha) caminhando em sequência e tomando banho nas praias.
Praia da Lagoinha

Considerada por muitos como a melhor praia de Bombinhas frequentemente é fotografada para a mídia da cidade e para eventos onde se quer lembrar de Bombinhas (a Capital Brasileira do Mergulho). Parada obrigatória. Famosa pelos peixinhos que praticamente vêm na sua mão. Quase todo dia tem cardumes de peixes pequenos ali, é coisa de outro mundo. As crianças ficam simplesmente euforicas e adultos voltam a ser crianças.
Acesso por escadaria, ou vindo pelo Costão desde Bombinhas. Na alta temporada fica abarrotada, mas é porque realmente vale a pena. Se você vem pra Bombinhas e não vai na Lagoinha você praticamente não conhece Bombinhas.
Praia da Miséria

Nome enganoso. Miséria de areia, mas que imensidão de beleza. Praticamente uma piscina natural, costão dos dois lados. Tem bastante atividade de mergulho aqui — operadoras oferecem snorkel e mergulho com tartarugas.
Acesso por escadaria quando você tá indo pra Sepultura. Vale a pena descer e ficar um tempo aqui.
Praia da Sepultura

Uma das mais famosas. Pouca faixa de areia (especialmente na maré alta), bem comum mergulhadores aqui, tem restaurantes de frente pro mar. Costão propício pra vida marinha — muito peixe, tartaruga.
Fica entre a Miséria e o Biguá. Se você tá fazendo aquela trilha do Costão todo, Sepultura é ponto obrigatório.
Praia do Biguá

Aqui a faixa de areia varia bastante com a maré. Em maré baixa ela tem uma boa faixa de areia. Em maré alta praticamente desaparece. Forma uma baita piscina no Costão.
Praias do Lado Sul — Menos Conhecidas, Igualmente Bonitas
Praia de Quatro Ilhas — Espelho D’água de Bombinhas

Quatro Ilhas é aquela praia que fica com água parada em dias certos — parece uma piscina gigante. Porém tem dias que o mar se transforma e ondas perfeitas se formam para o deleite dos surfistas. Bandeira azul, estrutura boa, fácil acesso. No inverno e meia estação ela fica praticamente deserta e cristalina.
Tem restaurantes, fica no caminho direto pra Mariscal e Canto Grande. Se você vem em baixa temporada (abril a novembro), é só suas pegadas na areia.
Praia do Mariscal — Bandeira Azul Quase Todo Verão

Uma das praias mais bonitas e bem cuidadas de Bombinhas. Quase todo ano pega a bandeira azul de qualidade de água e segurança. Tem quadras de vôlei, futebol, estacionamento público, restaurantes em volta.
A gente recomenda pra quem quer uma praia tranquila mas com opção de comer bem e deixar criança brincar em segurança. Na alta temporada fica cheia, mas a estrutura segura.
Do final da praia dá pra caminhar pelo Costão até Canto Grande — você explora mais sem voltar ao carro.
Canto Grande — Mar de Fora

Contínua de Mariscal. Águas cristalinas, restaurantes, hospedagens. Vale a pena vir aqui também.
Praia da Conceição — Bandeira Azul com Piscinas Naturais

Praia linda, bandeira azul praticamente todo verão. Águas cristalinas, salva-vidas, restaurantes próximos. O melhor dela são as famosas piscinas naturais do lado direito — formações de rocha que criam mini piscinas protegidas do mar aberto.
Estacionar na alta temporada é desafio (fica lotada), mas vale cada minuto. Se tá com tempo, desce pro lado das piscinas — é só seguir pelas pedras, mas fica atento à maré.
A estrutura é boa — banheiro, chuveiro — e a água é sempre cristalina.
Prainha do Atalaia

Pequena prainha que fica logo do lado de Mariscal. Dá pra chegar a pé se tá maré baixa, caminhando pelas pedras. Tem uma pousada/restaurante ali também. Bem legal, pouco conhecida.
Praias Menos Movimentadas, Mais Escondidas
Essas são as que poucos turistas conseguem chegar. Ideal pra quem quer descoberta.
Praia da Galheta

Primeira praia vindo pelo lado norte de Bombinhas. Acesso só por trilha — 500 metros, uns 8 minutos de caminhada a partir de Porto Belo ou do canto esquerdo de Bombas. Por isso poucos visitantes conhecem.
Água cristalina quase sempre, mar calmo. Faixa de areia pequena, cenário selvagem. A gente recomenda pra quem quer aquele feeling de descoberta — porque realmente a maioria dos turistas nunca ouve falar nela.
Leve água e snack. Não tem estrutura. Ideal pra ir no fim de tarde quando o sol fica de frente.
Praia do Cachalote

Uma das jóias escondidas da cidade. Fica no mesmo Costão da Sepultura, mas uns 10 a 15 minutos de caminhada depois. Faixa de areia curta, mas o legal é aquela sombra natural que tem ali — árvore grande que protege do sol mesmo no auge do verão.
Forma uma piscina natural legal. Mesmo no verão, tende a estar praticamente vazia. Acesso só a pé pelo Costão.
Praia do Buraco Quadrado

Acesso por trilha — uns 10 minutos saindo do Mirante Eco 360. Área arborizada, bem abrigada. Tem bastante pedra, mas forma várias piscinas naturais que são sensacionais pra explorar.
Fica perto da Praia da Tainha também, então dá pra combinar os dois na mesma trilha.
Praia da Tainha

Fica no extremo sul da cidade. Menos movimentada que as outras, mas durante o verão também fica bem cheia. Tem alguns restaurantes, opções de hospedagem. Dali saem os passeios de kayak pra Praia do Cação.
A água é paradisíaca em dias calmos. Tem um restaurante com mirante (Mirante Porol) que é legal pra fim de tarde.
Praia do Cação

A última praia ao sul da cidade, só acessa por mar — kayak alugado na Tainha, standup ou passeio de barco. Famosa pelo trampolim natural que tem ali — pessoal pula daquilo.
Tem dias que a água é cristalina demais. Ela é a favorita da gente, sem dúvida. Dica: contrata um passeio de barco que vai até a Ilha do Macuco e volta parando no Porto Sol (Canto Grande Mar de Dentro). Nessa volta, muitas vezes para aqui — é épico porque o sol tá descendo na sua frente.
Canto Grande — Porto Sol e Atrações Especiais
Canto Grande — Mar de Dentro (Porto Sol)
Aqui sai a maioria dos passeios de barco pra mergulho na Ilha do Arvoredo, pra ir ver a Ilha do Macuco. Tem trapiche, barzinhos, é movimentado de um jeito que a gente gosta.
O Porto Sol — quando o sol se põe ali na frente — é cenário de cinema. Fica pra noite, leva um drink, aproveita.
A Costeira dos Zimbros — Trilha Completa (10+ Praias)
Essa é pra quem quer dizer: “Eu andei todas as praias de Bombinhas”.
A trilha da Costeira dos Zimbros começa em Zimbros (praia normal, fácil acesso) e segue pelo Costão passando por mais de 10 praias até chegar na Praia Vermelha. Leva umas 3 a 4 horas de caminhada (ida).
Praia de Zimbros

Praia tranquila, pouco movimentada, tem restaurantes próximos. É o ponto de partida. Fácil acesso.
→ Leia o guia completo da Praia de Zimbros
Sequência da Trilha: Cantinho, Cardoso, Basílio, Lagoa, Casqueiro, Pasto, Lau (Hermínio), Praia Triste, Praia Vermelha
Essas são a sequência da trilha. Cardoso é famosa pelos pés de goiaba — em época de colheita, você acha goiaba pra comer no meio do caminho.
Basílio é uma das mais bonitas da Costeira, com aquele jeito selvagem. Lau é com aquele coqueiro deitado de frente pro mar. Praia Triste tem um balanço e acesso pra cachoeira.
Essas praias não têm estrutura — você tá ali pra curtir o mar e a trilha. Algumas têm piscinas naturais legais. Acesso em algumas é difícil (como Pasto), mas se você tá dentro da trilha já, segue o fluxo.
Praia Vermelha é a última — atenção: leve repelente. Tem borrachudo aqui (inseto chato que pica).
A Sequência Completa: Praia por Praia
Praia Cantinho — Porta de Entrada

Cantinho é onde você começa. Praia pequena, tranquila, com acesso relativamente fácil. Daqui já dá pra ver que tem coisa boa vindo — mar calmo, costão com vida marinha, vegetação fechada. Se tiver peixe em Cantinho, você sabe que a trilha toda vai valer.
É ali que você tira o primeiro respiro, confere se a mochila tá bem ajustada, e pensa: “certo, agora vamos”.
Melhor pra: começar a trilha com calmaria, testar o snorkel antes das praias selvagens.
Praia Cardoso — Os Pés de Goiaba

Cardoso é famosa por uma coisa: em dezembro e janeiro, quando as goiabas tão maduras, você acha pé de goiaba dando fruto no meio do caminho. Tipo assim — você tá na trilha, vira uma curva, e tem uma árvore carregada de goiaba ali. A gente já colheu direto da árvore e comeu na beira da praia, mordendo fruta fresca com vista pro mar.
Não é todo dia que você come fruta colhida por você mesmo sentado num costão selvagem de Bombinhas.
Cardoso em si é selvagem, sem estrutura nenhuma. Costão legal pra explorar, piscinas naturais quando a maré tá baixa. Acesso só pela trilha — essa não é do tipo “você chega de carro”.
Melhor pra: quem quer um detalhe único (a goiaba), snorkel, exploração sem pressa.
Praia Basílio — Uma das Mais Bonitas

Basílio é uma daquelas praias que você olha e pensa: “cara, isso é real?” Tem aquele jeito selvagem, rocha grande, mar agitado dependendo do dia. Costão cheio de textura — você vê vida marinha à toa, peixe passando, tudo.
Se você tiver maré baixa e trouxer snorkel, Basílio vira um aquário. A gente já viu tartaruga ali. Não é garantido toda vez, mas o potencial é real.
Sem estrutura nenhuma. Você tá ali pra curtir o mar e a trilha, ponto.
Melhor pra: quem quer selvagem de verdade, snorkel com vida marinha, fotografia.
Praia Casqueiro — Parada da Trilha

Casqueiro é aquela praia tranquila no meio do caminho — sinal de que você tá indo bem. Tem areia, tem rocha. Dependendo da maré, forma umas piscinas naturais legais ali, tipo aquela piscina de água salgada que tá morna e cristalina.
É o lugar pra você descansar os pés se estiver cansado, tomar água, respirar. Se tiver uma criança ou alguém com menos resistência, Casqueiro é a “praia do meio” mais legal pra pausar.
Sem estrutura. Água cristalina pra quem trouxe snorkel.
Melhor pra: parada confortável no meio da trilha, piscinas naturais com maré baixa.
Praia Pasto — Para Quem Quer Desafio

Pasto é uma daquelas praias que você só chega se tiver disposição. O acesso é difícil — você desce bastante, sente as pernas trabalhando. Mas aqui é onde a trilha fica interessante: você não tá fazendo um esforço aleatório, você tá alcançando uma praia que pouca gente tá vendo.
Praia selvagem, bonita, com costão interessante. Se a maré cooperar, piscinas naturais. Sem sombra — leve água de verdade aqui.
Depois que você chega em Pasto, você entende por que essa trilha é especial. Não é algo que qualquer um faz num fim de semana porque acharam bonito.
Melhor pra: quem tá realmente buscando exploração, já tem experiência em trilha.
Praia Lau (Hermínio) — O Coqueiro Deitado

Lau tem um detalhe que você não esquece: um coqueiro que cresceu deitado. O tronco tá rente à areia de frente pro mar, como se a árvore tivesse decidido oferecer uma sombra natural pra quem chega ali. É o tipo de coisa que você vê uma vez e fica gravado.
A gente conhece como Lau ou Hermínio — é a mesma praia. Selvagem, sem estrutura. Costão com vida marinha. Snorkel é legal aqui. Borrachudo pode aparecer em certas épocas — leve repelente mesmo.
Melhor pra: quem quer um momento especial (aquele coqueiro), snorkel, pausa com sombra natural.
Praia Triste — Balanço, Cachoeira e Trilha em Uma

Praia Triste é especial porque tem mais que praia. Tem um balanço pendurado numa árvore — coisa que você raramente vê em praia nenhuma. E tem uma cachoeira pequena que desce direto na praia. Água doce encontrando água salgada. É quase surrealista.
O nome “Triste” vem da história da praia, não porque seja um lugar ruim — é bonito demais pra ser triste. Mas aquela história é parte do lugar, sabe?
Sem estrutura. Selvagem. Se a maré tiver certa, piscinas naturais. Balanço é atrativo principal — muita gente vem só pra aquela experiência.
Melhor pra: momento único (balanço + cachoeira), quem quer história além de praia.
Praia Vermelha — Fim da Trilha (Repelente Obrigatório)

Praia Vermelha é a última. Fim de trilha. Areia vermelha (daí o nome), costão bonito, mar selvagem. Se você chegou aqui, você fez uma trilha real.
O detalhe importante: tem borrachudo aqui. Inseto chato que pica. A gente não tá falando pra assustar — é sério mesmo. Leve repelente. Passe repelente nos braços e nas pernas. Não é opcional.
Se você chegou até aqui, você merecia um prêmio. Piscinas naturais com maré baixa. Costão pra explorar.
Melhor pra: quem quer fechar a trilha com chave de ouro, parar e respirar no fim do caminho.
Atrações Extras — Não São Praia, Mas Não Pode Perder
Morro do Macaco — Trilha com Vista 360
Trilha que sai do Parque Ecológico Morro do Macaco (procura no GPS). Leva umas 2 horas de caminhada e no topo você vê Bombinhas inteira. Tem dias que dá pra ver até Santa Catarina Continental.
Dali também sai a trilha pra Praia da Tainha — são duas rotas diferentes.
Mirante Eco 360 Bombinhas
Fica entre Conceição e Tainha, no morro. É uma propriedade privada, cobra entrada, mas oferece uma vista que compete com Morro do Macaco. Tem tirolesa também — se você quer algo diferente, é uma opção.
Bom pra pôr do sol.
Código de Conduta das Praias
Bombinhas tem um conjunto de leis e regulamentações pra preservar o ambiente e garantir a segurança de todos. Se você vem pra cá, é bom conhecer:
O que é Proibido:
- Animais domésticos
- Acampar
- Fogueiras, churrasqueiras e similares
- Acesso de veículos na faixa de areia
- Emissão de poluentes e dejetos
- Embarcações a motor a menos de 200 metros da praia (Lei nº 9.537/97)
- Descartáveis de plástico de uso único (Lei nº 1.787/2021)
- Caixas de som, alto-falantes ou similares que causem perturbação ao sossego público
- Entrega de folhetos
- Reserva de espaço físico na faixa de areia
- Embarque e desembarque de equipamentos náuticos entre 09h e 19h (exceto nos locais indicados)
O que é Permitido, Mas com Ressalva:
- Atividades esportivas na faixa de areia: só após as 18h
Essas regras existem porque Bombinhas é especial — o mar é cristalino, a vida marinha é abundante, as praias são limpas. A gente cuida disso pra que você (e a gente também) tenha uma experiência boa quando vem aqui.
Fiscalizam na alta temporada, principalmente de dezembro a março. Na baixa temporada (abril a novembro) é mais tranquilo, mas respeita mesmo assim — é o cuidado com o lugar.
Informações Práticas Antes de Você Vir
Taxa de Preservação Ambiental (TPA)
Bombinhas cobra TPA de 15 de novembro a 15 de abril. Os valores mudam no primeiro de janeiro, então acessa o site da prefeitura pra saber o valor exato no período que você vai visitar.
Melhor Época Pra Visitar
A gente recomenda: até novembro e depois de fevereiro em diante. Fora da alta temporada você aproveita muito mais, as praias deserta, o mar calmo, e sem aquele caos de trânsito.
Se você vem na alta temporada (dezembro a março), escolhe bem onde fica e já sai planejando as trilhas no começo do dia — depois das 16h a estrada fica dificil.
Regra de Trânsito na Alta Temporada
Na alta temporada, não recomendamos sair de carro depois das 17h. O fluxo todo volta das praias ao mesmo tempo e fica praticamente parado até às 22h.
Se você tá hospedado no centro (Bombinhas, Lagoinha, Refúgio da Lagoinha), consegue explorar a pé. Restaurante, bar, passeio — tudo acessível caminhando.
Se tá hospedado mais longe e quer jantar fora, escolhe restaurantes no centro ou no caminho — evitar dirigir na hora de pico.
Onde Ficar em Bombinhas
Essa é a pergunta que mais recebemos, e a resposta depende do que você quer explorar. Bombinhas é pequena, mas na alta temporada o trânsito é caótico — escolher bem onde ficar economiza seu tempo e deixa a experiência muito melhor.
A gente mora aqui há anos e conhece cada região, cada detalhe de onde você fica. Cada um desses lugares tem seu jeito:
Região de Bombas — Mais Estruturada e Movimentada
Praia mais procurada, centrinho com restaurantes e vida noturna, muitas hospedagens. Se você quer ficar onde tá tudo perto — praia estruturada, opções pra comer, barzinhos — é aqui.
A gente recomenda pra primeira viagem, pra quem vem com criança, pra quem quer aproveitar a noite também. Mais agitado, mas confortável.
Para quem quer ficar aqui: Água Marinha de Bombas — hospedagem aconchegante, bem localizada pra explorar o norte de Bombinhas, entrada pra Costeira. Estrutura e movimento — se você quer conveniência, é aqui.
Região de Bombinhas — O Centro
Boas opções de restaurante, hospedagem, vida noturna, mas um pouco menos caótica que Bombas. Se você quer equilíbrio entre estrutura e sossego, tenta aqui.
Você fica no coração de Bombinhas — a pé pra Lagoinha, pra Bombinhas praia, pra passarela do Costão. Melhor localização pra explorar sem carro.

Para quem quer ficar aqui: Refúgio da Lagoinha — apartamentos com vista pra Lagoinha, café da manhã incluído, acesso a pé pra tudo. A gente fica aqui mesmo, acompanhando hóspedes que querem explorar tudo sem estresse. Dicas diárias de onde ir, qual praia tá menos lotada, qual restaurante tá com vibe boa — porque morar aqui significa conhecer cada centímetro.
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Região de Quatro Ilhas e Mariscal — Pro Lado Sul
Menos vida noturna, mas com boas opções de comer e dormir. Se você quer explorar o lado sul (Tainha, Cação, Conceição), é mais perto — menos trânsito.
Sossego é o nome do jogo aqui. Tranquilidade pra acordar, estrutura pra explorar.
Para quem quer ficar aqui: Chalé Suíço Bombinhas — hospedagem tranquila no Mariscal, ideal base pra explorar o sul sem stress. Estrutura aconchegante, ambiente preservado. Se você quer sossego mas com conforto, recomendamos.
Conclusão — Bombinhas é Maior Que Parece
Bombinhas tem 40 praias catalogadas e provavelmente mais que a gente ainda não descobriu. A maioria dos turistas vê tipo 5 delas e acha que viram tudo.
A gente vem mostrar que tem coisa pra explorar por meses aqui. Tem praia pra todo dia, pra todo tipo de vibe, pra toda estação do ano.
A dica final? Escolha bem onde fica, depois explore a pé. Bombinhas é pequena — a gente consegue conhecer boa parte dela caminhando, sem ficar preso em trânsito.
Respeita as praias, cuida do lixo, não leva plástico, aproveita cada minuto.
Se você quer um lugar onde morar no centro, acordar vendo a Lagoinha, tomar café com a gente e receber dicas de quem realmente conhece cada centímetro daqui, a gente tá aqui.
Mas quer você fique aqui com a gente ou em outro lugar — venha conhecer essas praias. Cada uma tem seu jeito, cada uma tem sua história.
Bora pra Bombinhas?
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Gustavo & Andrea — Refúgio da Lagoinha, Bombinhas/SC