Bombinhas é pequena no tamanho e enorme em experiências. Com 39 praias, trilhas dentro de Área de Proteção Ambiental, esportes aquáticos, pôr do sol que para o tempo e uma gastronomia de frutos do mar que você não esquece, a cidade entrega muito mais do que um destino de praia comum.

Este guia reúne as melhores experiências que você pode viver em Bombinhas — das trilhas mais épicas às atividades que a maioria dos turistas não sabe que existem.


Trilhas e caminhadas

1. Caminho das 7 Praias — uma caminhada para qualquer pessoa

O Caminho das 7 Praias é mais acessível do que parece — e se você estiver hospedado no Refúgio da Lagoinha, dá para encaixar tudo em uma manhã inesquecível.

Saindo cedo, você chega ao Retiro dos Padres a tempo de ver o sol nascer sobre o mar. O percurso inicial vai pela estrada — sem dificuldade nenhuma cerca 8 minutos a pé desde o refúgio  — e depois uma trilha de acesso regular leva até a Praia da Sepultura e a Praia da Miséria. Nada técnico: quem não tem mobilidade reduzida faz tranquilo.

Depois de conhecer as duas praias, ainda dá para voltar ao Refúgio e tomar café da manhã antes das 9h — horário em que encerra a entrega das cestas de piquenique. Você sai renovado e com a barriga cheia para a segunda parte do roteiro.

Antes de descer de volta para a Lagoinha, passa na recepção e pega a sua raçãozinha de peixe. O Refúgio fornece os pacotinhos há 4 anos — custa R$5, mas seguidores do Instagram podem pagar com um stories. A iniciativa nasceu de uma preocupação real: turistas costumam jogar qualquer comida para os peixes, o que faz mal à fauna marinha. O ideal seria não jogar nada — mas se for jogar, que seja a ração certa para eles.

Na Praia da Lagoinha, os peixes já conhecem o ritual. Você entra na água, abre o pacotinho e em segundos está cercado por um cardume. É uma das cenas mais simples e mais bonitas que Bombinhas oferece.

Seguindo pela beira-mar, o caminho passa pelo Embrulho e chega ao Trapiche — com parada obrigatória para a foto com os canhões piratas, um dos cenários mais charmosos da trilha. Do deck do Trapiche, uma das vistas mais filmadas da região: o caminho à beira d’água até a Praia de Bombinhas, com água azul-turquesa, cristalina e calminha de cada lado. De lá, uma caminhada agradável leva até a Passarela do Ribeiro para fechar o percurso.

É o tipo de manhã que você planeja uma vez e repete toda viagem.

2. Trilha da Sepultura — escolha sua aventura (8 minutos do Refúgio)

A Praia da Sepultura fica a apenas 8 minutos a pé do Refúgio da Lagoinha — e a partir dela existem dois roteiros de trilha completamente diferentes. Entender qual é qual evita surpresas.

Opção 1 — Trilha até a Ponta da Sepultura (fácil, para todos os perfis)

Saindo do estacionamento da Sepultura, siga até o ponto de entrada da trilha à direita da praia. São aproximadamente 30 minutos até o final — e mais 30 de volta. Crianças pequenas e pessoas mais velhas fazem sem dificuldade.

No meio do caminho a trilha se bifurca: à esquerda você continua até a Ponta da Sepultura, um gramado no costão com vista panorâmica para o oceano inteiro. As pessoas chegam, sentam nas pedras e ficam. À direita desce para as piscinas naturais — mas essa é a opção 2, que pede um pouco mais de preparo.

No caminho, preste atenção às Duas Irmãs — duas pedras grandes posicionadas por povos pré-indígenas para observar estrelas e astros. Estudos recentes confirmaram que não estão ali por acaso. Você passa por um sítio arqueológico sem perceber.

O único ponto de atenção na trilha da Ponta: as pedras do costão no final podem estar molhadas. Não chegue muito perto da beira.

Opção 2 — Trilha até as piscinas naturais da Sepultura (moderada, exige preparo básico)

Essa é a trilha mais procurada e mais fotografada da região — e merece o hype. Mas não é para qualquer um sem aviso.

O percurso passa pela Praia do Biguá e tem dois trechos que pedem atenção: uma descida em terra com apoio de corda e um trecho de pedras onde você vai precisar das mãos para se equilibrar. Nada que assuste quem tem condicionamento físico básico — mas quem tem dificuldade de mobilidade ou equilíbrio deve ficar com a opção 1.

Dicas práticas antes de sair: vá de tênis (obrigatório — não tente com chinelo ou saindo direto da praia de biquíni), use shorts ou bermuda para ter mobilidade, e leve água. Ao chegar na piscina, entre sentado e vá descendo devagar — as pedras na borda são escorregadias.

O prêmio compensa tudo: água cristalina emoldurada por pedras com horizonte aberto para o oceano. Um dos cenários mais bonitos que Bombinhas esconde de quem não caminha até lá.

Como chegar saindo do Refúgio: são 8 minutos a pé até a entrada da trilha. Sem carro, sem estacionamento, sem complicação. Saia cedo — a Praia da Sepultura lota no verão e as trilhas são muito mais agradáveis com a luz da manhã.

3. Trilha do Morro do Macaco — o mirante que explica Bombinhas

O Morro do Macaco é a trilha mais frequentada de Bombinhas — e quando você chegar ao topo vai entender por quê. Dali de cima você enxerga os dois lados da península ao mesmo tempo: o mar aberto de um lado, a baía calma do outro, e dezenas de praias espalhadas pelo horizonte. É o único lugar onde Bombinhas inteira cabe num só olhar.

Como chegar: pesquise no Google Maps por “Parque Ecológico Morro do Macaco”. O estacionamento é limitado na entrada, então vale parar um pouco antes e caminhar. No início da trilha já tem placa e sinalização — é bem demarcada do começo ao fim.

A trilha: cerca de 1 km, aproximadamente 30 minutos de subida. Tem trechos com piso e até corrimão, então é acessível para crianças, pessoas mais velhas e quem não costuma fazer trilhas. Algumas partes do solo são arenosas e um pouco traiçoeiras — bom calçado resolve. Logo no início tem uma bifurcação: à esquerda você vai para o Morro do Macaco, à direita para a Trilha Ecológica do Taim, que passa por cavernas e termina na Praia da Tainha (mais ou menos 1 hora). Se der tempo, combinar as duas num mesmo dia é um passeio completo.

No topo: além da vista panorâmica — que inclui Mariscal, Canto Grande, Sepultura, Praia da Conceição e as fazendas marinhas de ostras e mariscos lá embaixo — existe um Observatório Arqueoastronômico, com formações de pedra posicionadas por povos pré-indígenas para observar estrelas. A mesma cultura que deixou as Duas Irmãs na trilha da Sepultura passou por aqui.

Melhor horário: o pôr do sol daqui é um dos mais bonitos de Bombinhas. No inverno, a cidade fica mais vazia e as cores do céu ficam ainda mais vivas — vale especialmente. Nos finais de semana de verão o morro recebe entre 5 e 6 mil pessoas por dia, então se quiser tranquilidade vá num dia de semana ou bem cedo pela manhã. O nascer do sol daqui também é sensacional.

4. Trilha da Cachoeira de Zimbros — para quem quer a aventura de verdade

Essa é a experiência mais selvagem que Bombinhas oferece — e a mais honesta sobre o que pede do visitante.

O ponto de partida é o Parque Costeira de Zimbros, um sistema de trilhas que percorre praias desertas dentro de área de proteção permanente. O parque tem três praias que você encontra no caminho — Cardoso, Alagoa e Hermínio — antes de chegar à Praia Triste, onde começa a subida até a cachoeira. As duas primeiras praias são acessíveis para qualquer pessoa, inclusive crianças e avós. A partir da Praia Triste, o roteiro muda de nível.

Até a Praia Triste: 1h10 a 1h20 de caminhada desde o estacionamento. Trilha média com subidas, trechos de pedra e passagens que pedem equilíbrio. Não recomendada para crianças pequenas ou pessoas com dificuldade de mobilidade.

Da Praia Triste até a cachoeira: mais 20 minutos — curtos no relógio, pesados na perna. É subida o tempo todo, o terreno fica molhado e escorregadio, e exige bom condicionamento físico. Quem chegar lá vai entender o esforço: a cachoeira é uma das mais bonitas e menos visitadas de Bombinhas, dentro de mata fechada e com aquele silêncio que só um parque intocado entrega.

O aviso honesto: na volta, a equipe do vídeo chegou exausta. É muito longe e cansativo. Saiba disso antes de entrar.

O que levar — obrigatório: tênis de trilha (sem sandália ou chinelo), calça comprida para proteção no mato, mochila com 3 a 4 garrafinhas de água, repelente (os mosquitos são muitos e intensos) e zero lixo — o que entra na mochila sai na mochila.

Na Praia Triste, antes de subir para a cachoeira, vale sentar um momento. A praia é deserta, tem um córrego de água cristalina vindo diretamente da cachoeira, caranguejos saindo das tocas e aquela sensação de ter voltado no tempo — Bombinhas antes de qualquer construção. O parque garante que vai continuar assim.


Mar, mergulho e piscinas naturais

5. Mergulho livre na Praia da Sepultura — peixinhos em águas rasas

A grande atração da Praia da Sepultura não é a areia — é o que está embaixo da água. O costão do lado direito da praia concentra uma fauna marinha abundante em águas com profundidade de apenas 0,5 a 2 metros. Raso o suficiente para crianças praticarem snorkel sem preocupação.

Na praia tem tudo que você precisa: escola de mergulho para contratar passeios guiados, aluguel de máscara e pé de pato, stand-up paddle, pedalinho e caiaque. Cadeira e guarda-sol saem a R$100 o par — caro, mas é o preço do cartão postal.

O aviso honesto sobre o verão: a Sepultura é pequena e enche rápido. Em janeiro e fevereiro, às 9h da manhã já está lotada — e quanto mais gente dentro d’água, mais turva ela fica, o que prejudica a visibilidade dos peixes. Se vier no verão, chegue até as 8h. Se vier no inverno, aproveite: menos gente, água cristalina e cores que o verão esconde.

A dica que poucos sabem: venha conhecer a praia, mergulhe, tire as fotos — mas para passar o dia inteiro existem praias com mais espaço e mais tranquilidade em Bombinhas. A Sepultura é imperdível como experiência de mergulho, não necessariamente como base para o dia.

Do costão direito, quem quiser continuar explorando pode seguir a trilha que leva à Praia do Biguá — uma prainha quase deserta ali do lado.

6. Alimentar os peixinhos da Praia da Lagoinha — o aquário ao ar livre de Bombinhas

A Praia da Lagoinha tem cerca de 100 metros de extensão, águas rasas e uma cor que faz as pessoas pararem na beira e ficarem olhando antes mesmo de entrar. O costão é um aquário ao ar livre: os peixes nadam literalmente aos seus pés, em águas tão cristalinas que você os vê sem precisar nem mergulhar.

Mas o programa que todo mundo quer fazer aqui é entrar na água e alimentá-los. E é aí que entra um detalhe importante que a maioria dos turistas não sabe.

A questão da ração: jogar qualquer comida para os peixes faz mal à fauna marinha. Pão, biscoito, sobra de lanche — nada disso é adequado para eles. O ideal mesmo seria não jogar nada. Mas como o hábito está consolidado entre os visitantes, o Refúgio da Lagoinha adotou uma iniciativa há quatro anos: disponibilizar a ração correta para os peixes para seus hóspedes. O pacotinho custa R$5 — ou é liberado gratuitamente para quem registrar o momento nos stories do Instagram.

É uma forma de transformar uma experiência popular em algo consciente: o peixinho é alimentado com o que realmente faz bem para ele, e o turista leva para casa a memória de ter entrado na água cercado por um cardume.

A Praia da Lagoinha fica a 1 minuto a pé do Refúgio — dá para pegar a ração na recepção e estar dentro da água em menos de 5 minutos.

Dica prática: a praia lota rápido no verão. Chegue até as 9h para garantir lugar. No inverno, a água fica ainda mais cristalina e o movimento cai bastante — perfeito para quem quer a experiência sem disputa de espaço.

7. Piscininha da Praia da Conceição — o lugar secreto que os nativos guardam

A Praia da Conceição já é linda por si só — tranquila, menos frequentada que as praias do centro e com aquela água azul-turquesa que parece editada. Mas o programa mais especial que ela esconde fica no costão: a piscininha, uma formação natural de pedras que a maioria dos turistas passa a temporada inteira sem saber que existe.

Como chegar saindo do Refúgio: 22 minutos de carro, 8,5 km pela Rua Ágata passando pelo Mariscal. Uma boa pedida para combinar com o pôr do sol no Canto Grande — as duas atrações ficam na mesma região.

Na praia, caminhe até a ponta do costão — são 10 a 15 minutos. O acesso envolve pular algumas pedras, então não é indicado para crianças muito novas nem para pessoas com dificuldade de mobilidade. Para quem vai, o esforço é brevíssimo e a chegada compensa tudo.

A piscininha funciona como um berçário natural de peixes pequenos. A água é clara, a visibilidade para o snorkel é excelente e o visual lá de cima é de tirar o fôlego: a Praia da Conceição, o Morro do Macaco, a Ilhota e a Praia do Mariscal todos no mesmo quadro.

Quem tiver coragem pula da pedra diretamente na água — um dos mergulhos mais gostosos que Bombinhas oferece. Quem preferir entra pelas pedras com calma.

É um daqueles lugares que os moradores locais conhecem e os turistas raramente descobrem sozinhos. Agora você sabe.


Esportes aquáticos

8. Passeio de barco pirata

Um dos programas mais procurados em Bombinhas — e com razão. O barco pirata percorre praias e pontos inacessíveis por terra, com paradas para mergulho e snorkel. Ótimo para grupos e famílias. Saem do porto da região e os roteiros variam conforme a época.

9. Bicicletas aquáticas até a Praia do Cacão saindo do Porto da Vó

Menos convencional e mais divertido: é possível fazer o trajeto até a Praia do Cacão — acessível apenas pelo mar — de bicicleta aquática saindo do Porto da Vó. A Praia do Cacão tem águas azul-esverdeadas que parecem editadas, mas são reais. Um dos cenários mais especiais da região.

10. Para Sail no centro de Bombinhas

Para quem quer experimentar algo diferente no mar, o para sail no centro de Bombinhas entrega uma perspectiva aérea da costa que é impossível de conseguir de outra forma. Sem precisar de experiência prévia — é operado por profissionais com equipamento completo.

11. Surf no Mariscal

O Mariscal é a praia de surf de Bombinhas. Tem escolas na região para quem quer aprender do zero e ondas consistentes para quem já tem prática. A praia em si também é linda — mais tranquila que o centro e com visual para a serra ao fundo.

12. Stand-up paddle no pôr do sol no Canto Grande

O Canto Grande tem uma particularidade: as praias voltadas para o continente (Mar de Dentro) oferecem pôr do sol sobre a baía — calmas, com águas planas ideais para SUP. Traga sua prancha ou alugue uma na cidade e entre na água no fim do dia. É difícil explicar o que é remar com o céu cor de laranja na sua frente e o silêncio do mar calmo ao redor.


Atrações e passeios

13. Mirante Eco 360 — tirolesa e museu aquário

O Mirante Eco 360 é uma atração paga que entrega duas experiências em uma: a vista panorâmica da península de Bombinhas do alto e a tirolesa para quem quer adrenalina. Dentro do complexo também fica o Museu Aquário do Mar — com espécies da fauna marinha local em exposição. Bom programa para qualquer perfil de viajante.

14. Passarela do Ribeiro e observação das tartarugas

A Passarela do Ribeiro é um deck de madeira que corre à beira-mar conectando Bombas, Bombinhas e a Praia do Ribeiro — ótimo para caminhar sem pressa, com ângulos bonitos da costa. Em determinadas épocas do ano é possível observar tartarugas marinhas na região. Vale checar com a equipe do Projeto TAMAR sobre os períodos de maior avistamento.

15. Passeio de buggy

Uma das formas mais divertidas de conhecer as praias mais distantes do centro é de buggy. Dá para circular pela península, chegar em praias de difícil acesso e ter uma perspectiva completamente diferente da cidade. Há locadoras na região.

16. Fotografar Bombinhas — os melhores cenários

Bombinhas é um destino fotogênico por natureza, mas tem pontos que entregam imagens fora do comum: o visual do Morro do Macaco com várias praias no quadro, as piscinas de pedra da Sepultura com luz do meio da manhã, o pôr do sol do Canto Grande com o céu refletindo na água rasa, a fachada histórica de Zimbros e os barcos de pesca no Porto da Vó. Se você gosta de fotografia, separe ao menos meio dia só para isso.


Experiências sazonais

17. Pesca da tainha — maio e junho

Entre maio e junho, Bombinhas vive um ritual que poucos turistas conhecem: a pesca da tainha. Os pescadores artesanais jogam as redes à beira-mar usando uma técnica passada de geração em geração — tem vigia, tem sinal, tem todo um cerimonial que antecede a puxada da rede. Assistir a isso ao vivo é um dos programas culturais mais ricos que Bombinhas oferece. Fique de olho no período e pergunte aos moradores locais onde as redes costumam ser jogadas.

18. Nascer do sol — Quatro Ilhas, Mariscal ou Retiro dos Padres

Quem acorda cedo em Bombinhas é recompensado. As praias voltadas para o leste — Quatro Ilhas, Mariscal e Retiro dos Padres — entregam nasceres do sol com o horizonte limpo sobre o mar. Sem multidão, sem barulho. Só você, a praia e a luz começando a cobrir a água. Leve uma garrafa de café e reserve a manhã para ficar.


Para fechar o dia

19. Pôr do sol no Canto Grande

O Canto Grande — especificamente o Mar de Dentro — é o ponto mais indicado para assistir ao pôr do sol em Bombinhas. A baía fica calma no fim do dia, a luz dourada reflete na água e o visual é daqueles que ficam na memória. Chegue com antecedência para pegar um bom lugar.

20. Caminhar no calçadão de Bombas à noite

No fim do dia, o calçadão de Bombas ganha movimento. Sorveterias, quiosques, famílias caminhando — é o programa mais simples e mais genuíno de Bombinhas para encerrar a noite. Sem pretensão, sem ingresso. O tipo de coisa que você descobre e repete todos os dias da viagem.

21. Almoçar à beira-mar em Zimbros — Berro D’Água

Zimbros é o bairro pesqueiro de Bombinhas. E o Berro D’Água é o restaurante que mais representa essa identidade: frutos do mar frescos, vista para o mar, atendimento sem pressa. Um dos melhores almoços que você pode ter na região — e vale a visita mesmo que você não seja hóspede do bairro.


Onde ficar para aproveitar tudo isso

Bombinhas é pequena, mas as praias ficam espalhadas pela península e algumas experiências exigem deslocamento. A melhor estratégia é escolher uma hospedagem bem localizada — preferencialmente com estacionamento incluso, para você poder circular sem depender de aplicativo ou táxi.

O Refúgio da Lagoinha fica no centro de Bombinhas, a 1 minuto a pé da Praia da Lagoinha e com acesso fácil a praticamente todas as experiências deste guia. São 9 categorias de apartamentos, café da manhã em cesta francesa de piquenique entregue no seu apartamento no horário que você escolher, e estacionamento privativo gratuito — raro no centro em alta temporada.

Para casais que buscam exclusividade e não viajam com crianças, o Chalé Suíço Bombinhas em Mariscal é a escolha certa: hidromassagem privativa, ambiente romântico e uma das praias mais bonitas da cidade a poucos minutos a pé.

Para quem prefere mais tranquilidade e um ritmo de bairro residencial, o Água Marinha de Bombas fica a 60 metros da Praia de Bombas — ótimo para famílias e estadias mais longas.

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